Ouvi todos os cd's,
de Marisa, Gal, Adriana,
Provei o singelo aroma,
da água dentro da chama.
E entre Elis e Betânia,
a lua sorrindo estranha.
Cássia, Dolores, Ana,
cânhamo, daga, diamba.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Olhar cintilante
Futuro, passado, museu
Estrelas eternas, apogeu
Em cada grão de areia
A cada batida, o pulsar na veia
Cintila reluzindo sem vedar
O extraordinário briho que interessa
Depois de tudo pra mim o que resta
Nada mais se não o teu olhar.
Estrelas eternas, apogeu
Em cada grão de areia
A cada batida, o pulsar na veia
Cintila reluzindo sem vedar
O extraordinário briho que interessa
Depois de tudo pra mim o que resta
Nada mais se não o teu olhar.
sábado, 20 de novembro de 2010
Movimento
Basta um ou dois
Aposta de corrida
O tempo contra vida
O sopro vago,
Respiração perdida
Resta cansaço
Sobra amor
Sobre os estilhaços
Palavras entre os vidros
E as letras vagueiam
Barradas pela interrogação
Buscando o movimento
Das respostas.
Aposta de corrida
O tempo contra vida
O sopro vago,
Respiração perdida
Resta cansaço
Sobra amor
Sobre os estilhaços
Palavras entre os vidros
E as letras vagueiam
Barradas pela interrogação
Buscando o movimento
Das respostas.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Colheita
Plantei em tua boca meu amor
Colhi frutas ainda verdes sem demora
E no canto ficou escondido o mel
Posto de um enxame, abelha rainha.
Planeta desistente de tristesa
e perdido nesse mundo se encontra
gloriosos frutos sem balança
planta-se agora só amor a natureza.
Corre, pega, colhe...
E se quiseres mais colhe,
O quanto puder levar de mim,
da flor ao fruto, do mel ao pólen.
Colhi frutas ainda verdes sem demora
E no canto ficou escondido o mel
Posto de um enxame, abelha rainha.
Planeta desistente de tristesa
e perdido nesse mundo se encontra
gloriosos frutos sem balança
planta-se agora só amor a natureza.
Corre, pega, colhe...
E se quiseres mais colhe,
O quanto puder levar de mim,
da flor ao fruto, do mel ao pólen.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Abrigo
Fizeram-se sob o sol,
e sobre as folhas roçando,
forte cortina de luz, farol
sente as flores cochichando.
Foi de lá que vieram
voltam de novo a bailar
no futuro abrigo velho
dançando a luz do luar.
Voa, mas deixa o telhado
o reduto protetor,
lembranças do feriado
gotas com aroma de amor.
e sobre as folhas roçando,
forte cortina de luz, farol
sente as flores cochichando.
Foi de lá que vieram
voltam de novo a bailar
no futuro abrigo velho
dançando a luz do luar.
Voa, mas deixa o telhado
o reduto protetor,
lembranças do feriado
gotas com aroma de amor.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Suor de nós
As canções se resumem
a versos extraordinários,
quando do coração saem flores
excitadas pelo teu gosto suado,
pelo beijo mais que desejado.
Palpitantes nesse âmago
enfrentam verão, inverno.
E de seus dentes
liberam sorrisos afáveis
em busca de uma troca de olhares,
um toque amadurecido.
Do estrume ao fruto mordido
com sabor de tua pele,
vejo tudo e tudo posso
enquanto em teu vulto embebido.
a versos extraordinários,
quando do coração saem flores
excitadas pelo teu gosto suado,
pelo beijo mais que desejado.
Palpitantes nesse âmago
enfrentam verão, inverno.
E de seus dentes
liberam sorrisos afáveis
em busca de uma troca de olhares,
um toque amadurecido.
Do estrume ao fruto mordido
com sabor de tua pele,
vejo tudo e tudo posso
enquanto em teu vulto embebido.
Assinar:
Comentários (Atom)