terça-feira, 24 de agosto de 2010

Rotina

Amanhece, sobe o sol
Uma cortina de luz, se abre a janela
Transborda de vida
A pequenina terra.

Tanta gente, povos diversos
Árvores tantas, natureza bela
Caminhas e nem te lembras que és apenas um
Dentre todos importante e sem valor algum.

Crês que não posso te ver,
vem me chama e clama
Aceno, fecho a janela, estou aqui
Mas da escuridão reclama

Daqui onde tudo observo a grandiosidade não assusta
Desce o sol, sobe a lua
Banha de prata o universo
Põe as estrelas na rua

Nesse mar não há trevas
Te dou a felicidade, vem pega
Desce a lua, sobe o sol
Abro de novo a janela para iluminar o mundo.

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